O mês nem começou, e as gafes estão saltitantes. Vamos a lista:
1. Erros do maquinista do metrô. Estava na estação Penha, quando ele anunciou: "próxima estação: Tatuapé". Cinco segundos depois, ele: "retificando- proxima estação: Carrão". E o pessoal do vagão se esborrachou de rir. Parecia o Bart quando ligava para o bar do Moe perguntando pelo senhor Ota, Idi Ota. Acho que eu ri deles rindo.
2. Chamei sem querer minha supervisora de Bozo. Aprenda: nunca faça isso. Nem por engano.
3. Curiosamente, observei o quadro de medalhas olimpicas pela Band, no jornal do Boris Casoy. Primeiro foi o numéro de medalhas da Itália: 4 de ouro, 4 de prata, 3 de bronze, "totalizando 12 medalhas", segundo o Boris. Depois o quadro do Brasil que ele ficou bem confuso, porque foi logo depois do Brasil ganhar a quarta medalha de bronze. O quadro marcava 3. Boris fala 4. E para fechar com chave de ouro, ao sumir o quadro, uma tela azul invadiu a tela com a mensagem: "AO PERSISTIREM OS SINTOMAS, UM MEDICO DEVERÁ SER CONSULTADO". Oi?
domingo, 10 de agosto de 2008
Morreu de batata
Lembra a piada velha da pessoa que morreu de atum?
Caiu de um prédio e aaaaaa...TUM! Pois é...
Há um tempo atrás eu ouvi algo parecido, na vida real, só que o peixe foi substituido por um tubérculo. Estava no ônibus, para completar a ironia, pensando em comer batata frita quando chegasse em casa. Então um casal de amigos veio alguns bancos atrás e começou a comentar sobre uma conhecida:
- Então, lembra de Fulana?- perguntou o rapaz. - Então, fiquei sabendo que ela morreu, meu.
- Nossa, sério?- a menina perguntou.
- É, cara, foi de batata. Parece que ela comeu batata demais, dizem que subiu até pra cabeça, tinha até pelo nariz da menina. Aí deu uma parada lá e morreu cara, maior estranho.
- Nossa- a menina preferiu não fazer maiores comentários.
Isso me lembra do cara que morreu de macarrão em Seven. Então, fica na imaginação se foi um mito, ou se quem sabe existe um serial killer hollywoodiano em plena east coast São Paulo.
Medo.
Caiu de um prédio e aaaaaa...TUM! Pois é...
Há um tempo atrás eu ouvi algo parecido, na vida real, só que o peixe foi substituido por um tubérculo. Estava no ônibus, para completar a ironia, pensando em comer batata frita quando chegasse em casa. Então um casal de amigos veio alguns bancos atrás e começou a comentar sobre uma conhecida:
- Então, lembra de Fulana?- perguntou o rapaz. - Então, fiquei sabendo que ela morreu, meu.
- Nossa, sério?- a menina perguntou.
- É, cara, foi de batata. Parece que ela comeu batata demais, dizem que subiu até pra cabeça, tinha até pelo nariz da menina. Aí deu uma parada lá e morreu cara, maior estranho.
- Nossa- a menina preferiu não fazer maiores comentários.
Isso me lembra do cara que morreu de macarrão em Seven. Então, fica na imaginação se foi um mito, ou se quem sabe existe um serial killer hollywoodiano em plena east coast São Paulo.
Medo.
sexta-feira, 8 de agosto de 2008
quinta-feira, 7 de agosto de 2008
terça-feira, 5 de agosto de 2008
Sorte?
Me lembro claramente de dois caso ocorridos, extremamente bizarros, os quais podem ser batizados de sorte.
O primeiro deles foi na escola, quando perdi a tarracha do brinco na sala. Eu era da turma da manhã. Passou a turma da tarde, da noite, e de volta à sala, no dia seguinte, eu achei a tarracha que eu procurei a aula inteira um dia antes.
Tão bizarro quando isso foi no show do U2. Minha amiga perdeu um botton no estádio do Morumbi- estavamos na grade. 80 mil pessoas. Isso também é chamado de sorte, mas o fato não é esse. No dia seguinte conseguimos grade de novo (sorte?), e o que achamos enterrado na borracha que revestia o gramado do estádio? O botton perdido no dia anterior.
Sorte...
Até que numa semana dessas, na tão glam Av. Cidade Jardim, fui assaltada dentro de um ônibus- levaram meu celular que troquei há poucos meses. E então temos:
- Não ter sido assaltada em 20 anos = sorte.
- O celular levado, era novo e powerful = azar.
- Não terem levado mais nada do que o celular = sorte.
São os dois lados da moeda, na verdade. Damn it.
Tão bizarro quando isso foi no show do U2. Minha amiga perdeu um botton no estádio do Morumbi- estavamos na grade. 80 mil pessoas. Isso também é chamado de sorte, mas o fato não é esse. No dia seguinte conseguimos grade de novo (sorte?), e o que achamos enterrado na borracha que revestia o gramado do estádio? O botton perdido no dia anterior.
Sorte...
Até que numa semana dessas, na tão glam Av. Cidade Jardim, fui assaltada dentro de um ônibus- levaram meu celular que troquei há poucos meses. E então temos:
- Não ter sido assaltada em 20 anos = sorte.
- O celular levado, era novo e powerful = azar.
- Não terem levado mais nada do que o celular = sorte.
São os dois lados da moeda, na verdade. Damn it.
sábado, 2 de agosto de 2008
SHOW do Muse: Bellamy me deixou surda
FOTO by SiL Hutch, da extrema direita, burra pra carai.
Eu amo shows, de verdade. Vendo o público que estava no dia do show do Muse, esperando desde cedo na fila, eu tinha certeza que não pertencia àquela maioria. 99,9% eram adolescentes, se não menores acompanhados de pais (que, coitados, foram esmagados no meio dos descontrolados). A maioria estava com bebida, de cerveja até pinga pura, enchendo a cara antes de entrar para o show. Vi uma parte deles passar mal, e alguns até dormiram no ambulatório, já no começo do show. Bizarro. Do meu lado tinha uma menina possuida- juro que não sei porque ela não foi se jogar no meio da galera para assistir o show, acho que ela teria curtido muito mais. Mas enfim, ao que interessa: a banda.
Muse faz juz aos inúmeros títulos de melhor banda ao vivo sim. Eles não são de muito contato com o publico, mas em compensação preenche qualquer tempo muito bem com músicas que fizeram o povo berrar, pular, e todos os extremos imagináveis. Aliás, uns riffs do Matthew me deixaram surda. Parafraseando Popomundo:
"CACETE! MUSE não esta nem aí pra escala de decibéis. Isso está BOMBANDO!"
Supermassive Black Hole: GAAAAH! É a musica suprema da minha lista. Mas uma música que me surpreendeu muito, que eu simplesmente amei ao vivo, foi Starlight.
Feeling Good, sem comentários- Matthew no piano detona. Por falar nisso, o final de Butterflies and Hurricanes- MEU DEUS. O que é aquilo? Não entendo muito de música classica, mas me vem Chopin na cabeça. Sem mais explicações.
Bom, eu fiquei na grade, mesmo que do lado errado: vi um vazio do lado direito e fui correndo pra lá, sendo que o Bellamy fica do lado esquerdo. Ainda assim, valeu a pena- ah, e me faz rever meu conceito de "show na grade". Acho que poucas bandas valem isso, então é melhor se jogar e aproveitar. Um dos meus melhores shows foi assim, e foi perfeito.
Metade de mim doi, fisicamente e mentalmente. Quando eu fiquei sabendo que o Muse viria dia 31, pensei: "vou fechar as férias com chave de ouro". O show acabou. Isso implica que as férias também.
But i'm feeling good...
Assinar:
Postagens (Atom)