domingo, 14 de junho de 2009

Enquete do sec. 21

A maioria das pessoas da minha epoca faziam enquetes na escola- aqueles caderninhos com perguntas onde cada pessoa que respondia correspondia a um numero. Aquela enquete que denegria uns, faziam alguns mentir e espalhava tambem muita fofoca pela escola. Ou tambem era motivo para descobrir misterios ou puxar assunto.
Nao sei se na nova geracao isso ainda existe- mas como o mundo virtual esta mais dominante, vou escolher algumas pessoas para entrevistar e postar aqui no blog. Nao ha mais tempo, papel enm espaco para folhas de papel. E recordar tambem e viver.

obs.: teclado desconfigurado e o cao. Ou caos. Hunf!

sexta-feira, 12 de junho de 2009

Dia dos namorados: reflexões



Dia dos namorados me leva a inumeras reflexões, que renderia um texto gigantesco. Será que é isso mesmo que eu quero, às duas da manhã?
Ok, vamos ver até onde vai minha lista de reflexões.

- Quando não se tem um namorado- eu!- vem primeiro os pensamentos positivos. Um deles é achar que dia 12 é uma das maiores datas comerciais que existem, junto com Natal, dia das mães e tudo mais. Por outro lado, se eu fosse, de fato, uma pessoa com namorado, poderia mata-lo por não me dar nada no tal "dia comercial". Outro fator positivo é monetário: estou menos pobre por não ter gastado meu dinheiro e menos estressada por não ter ficado horas procurando presente nos shoppings lotados. Mas o quanto menos pobre monetariamente, mais pobre afetivamente. Aí vai da pessoa preferir seu rico dinheirinho ou uma boa companhia (me referindo aquela que não se compra). Opa, mais uma vantagem: posso sair a hora que eu quiser, com quem eu quiser. Por outro lado, nada de telefonemas, preocupação ou sentimentos. Aí, também, vai da pessoa.

- Aí refletindo sobre os casais que andam aí afora, você pensa na porcentagem de gente enganada. Que vai receber presente pensando que é o único- e o outro, que vai gastar duas ou mais vezes para sustentar as mentiras. Pensa nos caras bozinhos que estão com mocinhas que não valem a calcinha que vestem. E nas meninas idiotas com caras escrotos. E nos que namoram pensando que amanhã será o Apocalipse- no estilo Marcelo Camelo e Malu Magalhães. E nos que ainda não tiveram coragem de terminar. E nos que vão terminar logo para não gastar com o presente. Ah, claro, sem contar os que dão o presente e terminam- essa história eu ouvi há um ano atrás.

- Ah, mas vamos pensar nos pombinhos. Aliás, expressão grotesca essa. "Pombinhos".... pfff! Nas mulheres que acharam os caras que não eram casados nem gays. Nos rapazes que encontraram mocinhas que os amam de verdade. À esses, um excelente dia dos namorados.

E para fechar o post como uma solteira deve fechar, uma frase nova que aprendi com mais uma outra solteira que inveja os compromissados:

"Se o dia é dos namorados, a noite é dos solteiros"
Beijosmechamemprasair

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Pequenas notas

- O filme tinha tudo pra ser bom: trilha, trailer, ator, roteiro... mas acaba cagando. Foi o caso de Ensinando a Viver. Só eu achei esse filme uma lástima? (escutem Whole of the Moon, Waterboys- é linda!)

- Terminator 4. Tinha tudo para ser ruim, mas Christian Bale é John Connor. Será que vale? Fica aí a aposta. Danilo Gentili achou uma bosta- mas ok, pra quem achou Benjamin Button ruim, a opinião dele- em cinema- pra mim é quase nula.

- Uma fração de felicidade é descobrir o nome de uma música que você gosta mas nunca lembrou/conseguiu buscar na internet. E foi no Toca aí da MTV. A música é Come on Eileen, do Dexys Midnight Runners.

- Quero muito começar a 4a temporada de How I Met Your Mother. É uma pena não ter nenhum box lançado no Brasil.

- Sairam fotos, trailers e novas noticias sobre The Imaginarium of Doctor Parnassus, último filme do Heath Ledger. Tem todo um rolo porque não tem distribuidora para os cinemas de vários países porque não se trata de um filme para massas. Parece que nos EUA estréia em Setembro. Aguardamos aqui, então.

- Freddie Prinze Jr é o novo diretor da CTU? WHAT THE HELL??

Aparecida

Não me canso de pensar quantas coisas mudam quando você cresce. Aparecida do Norte é uma delas.
Minha mãe, como uma ótima católica, sempre nos levou para a cidade com aquela basílica gigante, com aquela salão de promessas que me assustava, e aquela passarela infinita. Uma coisa que me marcou bastante foi um haburger acebolado que eu comi em Aparecida aquela época. Também aqueles refrigerantes em garrafas de vidro de 600ml, e que na vez que comemos num dos restaurantes, passava "Piranhas" na TV. Lembranças.
A cada visita, coisas diferentes me marcaram. Da penúltima vez que eu fui, tinha um monumento em madeira com uma cachoreira, que rendeu algumas fotos. O shopping, que era simples, agora havia se multiplicado, além da praça de alimentação e a própria basílica, que estava em reforma com novos pisos espelhados, muito caros por sinal. As paredes também estão em reforma- e só uma observação: eu adoro afrescos nas igrejas. Acho que traz uma bagagem histórica gigante dos anos pelos quais ela passou. Talvez por isso (também) eu não gosto tanto da basílica quanto eu poderia gostar.
Enfim, hoje voltei à Aparecida. Se as coisas quando você era criança eram mais legais, era pelo deslumbre da primeira vez. Cada metro quadrado próximo à basílica esta tomado por todo e qualquer tipo de comércio. Passando pelas mulheres que se queimam ao sol vendendo terços, e os carrinhos com o sorvete de Itu, você ainda encontra um parque para crianças, um bingo, barraca de doces e salgados e, a caminho da rodoviária, um corredor infinito de barracas formando uma feira. Cara, a feira. Que medo da feira. Tinha até blusa do Corinthians com o Wolverine Jackman nas costas.
Mas o que realmente me dá raiva na cidade é o monopólio nos restaurantes. E isso eu notei há uns anos atrás, quando inventamos de almoçar em algum lugar fora do shopping. Todos restaurantes servem a mesma comida. O engraçado é que andamos ruas e ruas, depois daquela passarela gigante; encontramos restaurantes feios, bonitos, arejados, apertados, coberto, ao ar livre, não interessa. A comida é a mesma. É assustador. Mas quando eu pensei que ao menos o shopping tinha "vida própria", me enganei. Além da maioria não aceitar cartão, todos tinham a mesma comida, as vezes com preços diferentes. Exceto pelos salgados. E no meio de tudo isso- rá!- um Mc Donnald's. Não me aventurei- afinal, a fila era tão grande que dava tempo de atravessar a passarela gigante ou a feira (medo!) infinita no mesmo tempo.
Surpreendente, também, foi quando o onibus saiu da rodoviaria com destino a São Paulo. Só a alguns metros da basílica você encontra uma pacata cidade pequena, com comércio normal, casas, hoteis, pessoas andando calmamente na rua ou na bicicleta e- ops!- até um restaurante oriental. Dá até para respirar. Seja qual for o motivo- e prefiro não entrar diretamente no assunto-que proporcione tamanho caos, acaba de certa forma me afastando do lugar, já que o lugar em si já se afastou do seu principal propósito.
I'm out.


quinta-feira, 4 de junho de 2009

Para refletir

“Um avião só pode cair se não houver nenhum justo dentro dele” (R.R. Soares, no Show da Fé de 18 de outubro de 2006).

Logo, não pegue voo com esse cidadão. Sem mesmo decolar, o avião faria o favor de explodir sozinho.

terça-feira, 2 de junho de 2009

Quanto mais, menos.

A ignorância é uma benção- e adicionando, não tão tarde, uma virgula e o famoso "ou não".
Lamentava com uma amiga há pouco tempo que teremos, provavelmente, um show do No Doubt no final do ano. Mais aí vem Depeche, Bon Jovi, U2 e vai saber o que mais. Queria nem conhecer esses caras. Queria não curtir rock, especialmente internacional. Seria bem legal e cômodo curtir um Mauricio Manieri, que já tive a graça de ir em dois ou três shows. Também seria legal ser fã incondicional dos Engenheiros do Hawaii, depois de tarde com Humberto Gessinger há alguns anos, mas não. Tenho que gostar de cantores mortos e querer ir nos shows mais disputados e caros do Brasil. A ignorância poderia ser uma benção, monetariamente falando.
Por outro lado, eu apagaria dias que a música dessas bandas- as dificeis- me levantaram o humor, fizeram me emocionar, por alguns minutos ou eternas horas. Triste é uma pessoa que nunca se emocionou com algo assim, tão pequeno e complexo ao mesmo tempo. E, sem falar em sentimentos individuais, os amigos que conheci por causa de gosto em comum são indiscritiveis. Imensuráveis. Talvez eu também fizesse amigos gostando de coisas mais faceis, mas também "talvez" eles não fossem tão especiais assim.
E as amizades? Quanto mais se tem, maior o risco de perde-las no meio do caminho. Ou de se surpreender, para o bem ou para o mal. É estranha a sensação de descobrir, só depois de anos, que um amigo morreu. Mas quando se olha para trás e vê os momentos que foram feitos com ele, você nota que, no final das contas, valeu a pena.
Meu pai não quer mais cachorros. Na verdade ele sempre odiou animais, até se casar, ter uma familia e chegar a um ponto de dividir sua casa com 15 cachorros. Até o ponto de se apegar de tal forma, que uma das poucas vezes que ouviu seu próprio soluço entre lágrimas foi quando um deles partiu. Ele não acha que vale a pena passar por tudo isso de novo.
É o risco. O risco de ter e perder. A grande quantia, que quando é apostada, pode valer muito, ou ser a perda total. É como um remédio ruim, que traz o alivio depois- só que ao contrário.
Ao gostar de muitas coisas, você corre o risco de não ter todas elas. Ou degustar imensamente do pouco que tem.
Ao ter muitos amigos, você corre o risco de perdê-los. Ou de passar momentos tão bons que provavelmente você não consiguirá descrever precisamente depois.
Ao saber muito, você corre o risco de se frustrar. Ou simplesmente de querer saber cada vez mais.
Não querer saber é limitar. Ir além é enxergar o infinito.

segunda-feira, 1 de junho de 2009


Primeiro, um comentário do Danilo Gentili:


"Foi sempre a maioria a grande responsável pelas desgraças. A maioria quis queimar a minoria que falava que a terra era redonda. A maioria gritou "crucifica" pra Jesus. A maioria, há décadas, dá audiência pra novela das oito. Alguma vez a maioria já fez alguma coisa digna?

Foi sempre a maioria a grande responsável pelas desgraças. A maioria quis queimar a minoria que falava que a terra era redonda. A maioria gritou "crucifica" pra Jesus. A maioria, há décadas, dá audiência pra novela das oito. Alguma vez a maioria já fez alguma coisa digna?"

Depois, uma noticia do Terra:

'Crepúsculo' leva cinco Pipocas Douradas no MTV Movie Awards 2009


Como já era esperado, a saga de vampiros mais popular entre os adolescentes foi a grande vitoriosa da noite e levou cinco prêmios: Crepúsculo venceu disputa de Melhor Filme, Melhor Atriz para Kristen Stewart, Melhor Ator Revelação para Robert Pattinson, Melhor Beijo para este casal e Melhor Luta para Robert Pattinson contra Cam Gigandet.

Lembrando que é o grande público que escolhe quem ganha o Movie Awards.

"Eat us!"

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